terça-feira, 4 de maio de 2010

dear love,

Eu não peço muita coisa. Não desejo que tu faças de mim uma princesa encantada presa em uma torre sendo salva por um príncipe louro montado em um cavalo branco. Não desejo que tu me mandes um vampiro, lobisomem ou qualquer outro tipo de lenda para me jurar amor além da vida. Não desejo que tu me mandes um belo rapaz com uma ferrarri, uma mansão, jatinho particular e muita grana e que deseje casar-se comigo.
Apenas peço-lhe, de coração, AMOR VERDADEIRO. Desejo ter um alguém que me ame da mesma forma que eu. Desejo beijos na chuva, brigas na madrugada. Desejo ter alguém para dividir uma cama, um jornal, uma paixão. Desejo ter alguém com quem brigar pelo canal da televisão ou para tirar par ou ímpar para decidir quem atende a campainha. O que eu desejo não vi em filme algum, pois talvez o que desejo não pode ser descrito, resumido, copiado. Desejo amor, meu senhor, o mais puro e verdadeiro amor. Talvez seja algo tão puro que não mereças ter-me como personagem, talvez seja algo santificado demais para um pobre pecador, mas continuo desejando. Com toda minha força, sabendo que mais dia, menos dia, poderei enfim ser ou não merecedor de tal plenitude.

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